SINOPSES

Cinder – Marissa Meyer ( Série Crônicas Lunares #1)

Editora: Rocco11235712

Páginas: 448

Romance de estreia da norte-americana Marissa Meyer, Cinder, primeiro volume da série Crônicas Lunares, já foi editado em 23 países. Sucesso editorial na Espanha, França, Alemanha, em Portugal, no Japão e muitos outros, chega agora ao Brasil. A previsão é de que o livro seja o primeiro de quatro contos de fadas cibernéticos, que, numa linguagem ágil e acessível, transporta o leitor para um futuro distante, em que a terra, depois de quatro guerras, se divide em “comunidades” assombradas pela ameaça constante de uma invasão lunar.

Na comunidade oriental, mais precisamente em Nova Pequim, uma cidade atulhada de construções futuristas e gente que se desloca em “autodeslizadores”, vive uma adolescente de 16 anos, de nome Cinder. Depois de um trágico acidente, ela é transformada em ciborgue (metade humana metade máquina). Seus talentos como mecânica chegam aos ouvidos do príncipe Kai, que, ao procurá-la para fazer reparos em seu androide, descobre mais que uma profissional competente. Kai é tomado pela paixão.

Refém da madrasta que a humilha e a tem sob sua guarda desde a morte do marido, o cientista que a salvou, é apontada como culpada por contagiar a irmã, uma humana e amiga, atingida pela peste que há uma década assola o planeta. Cinder é entregue aos pesquisadores, na condição de cobaia. Eles, porém, descobrem que a garota é um exemplar único, que pode mudar o rumo da disputa intergalática.

O universo mágico traçado por Marissa Meyer, ao longo de 38 capítulos, envolve o leitor, que imediatamente se torna íntimo de termos como Modelo Tutor 8.6 e outras esquisitices do gênero. A prosa surpreendente flui e faz com que eles pareçam familiares. Há ação em cada página, mas também lugar para imagens tão singulares quanto as que descrevem Nova Pequim. “Os telhados de ouro pontiagudos brilhavam em cor laranja sob o sol e as janelas refletiam as luzes da cidade. As cumeeiras ornamentadas, os pavilhões diferenciados que oscilavam perigosamente perto da borda do penhasco, os templos arredondados se esticando para os céus.”

Boa leitura, beijos! ♥

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